4 motivos pelos quais o Orkut é infinitamente melhor que o Facebook

Antes de mais nada eu gostaria de dividir uma imagem com os senhores, pois se trata de algo demasiado fenomenal para ainda estar no abismo de desconhecimento popular.

Apreciem.

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Agora sim, o texto.

As redes sociais tem uma capacidade de se reciclarem tão eficaz que chega a ser imperceptível. Ninguém sabe ao certo quando foi que o iRC foi extinguido, ou quando o Facebook deixou de ser só mais um site gringo de empresários americanos vendendo aspirantes pornôs e estudantes de faculdade marcando fodas em Harvard.

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Um texto sério.

Lá pelos idos de 2010, quando vi que meus textos estavam atingindo uma considerável quantidade de adolescentes, formei com um amigo um blog de política. Eis que a parada faliu, uma vez que esses adolescentes de bosta de hoje em dia tão pouco se fodendo pra política. No entanto, jurei para os poucos e fiéis leitores que, vez ou outra, lançaria um texto sério e informativo aqui no blog.

Há mais de um ano que não faço isso. Mas ontem, em especial, tava lendo um livro de Zuenir Ventura em que ele entrevista César Benjamin, o Cesinha, que ainda aos 14 anos já era um dos revolucionários que lutaram contra a ditadura de 68. Aos 17 anos já foi preso e com pouco mais de 20 já havia fundado o PT com o Lula – partido do qual ele saiu, e explica isso também na entrevista.

A parada realmente faz a gente refletir sobre o Brasil. É meio que um daqueles textos que rodam em correntes de emails, só que este, além de ser muito melhor, nunca rodou. Leiam, vale a pena.

Segue um trecho:

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Top 5 gente que se fodeu na internerd

Nossa geração cresceu escutando dos mais velhos que a internet era uma terra sem leis. Diversos acontecimentos comprovavam esse fato, uma vez que a Internet, durante muito tempo, foi conhecida como um antro de estupradores gordos de 40 anos procurando por crianças indefesas, ou de hackers que ganhavam a vida roubando a senha de banco de gente otária.

O problema é que a população cada vez mais aderia a esta rede de micróbios virtuais que é a internerd, e eis que os politicamente corretos da sociedade decidiram que era hora de colocar algumas leis nela.

Lá  pelos anos de 2008, quando os pais começaram a criar orkut pra conversar com os amigos e tomar conta do que os filhos andavam falando, a constitucionalização internérdica já estava completa. Os adultos enfim se apoderaram deste meio que, a princípio, era o único lugar onde adolescentes e estupradores poderiam transitar e criminalizar sem receio algum de serem mandados pro xilindró.

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Se beber, não mergulhe na praia.

Nunca havia passado o ano novo fora de casa. Meus pais são extremamente chatos, nunca me deixaram sair de casa e iam dormir por volta das 20:00, então meu ano novo sempre se resumia a assistir ao show da virada na globo – o que é uma prova de força, devo dizer – e ler algum livro.

Mas este ano seria diferente. Em 2012 eu faria 18 anos e precisava fazer algo diferente. Até quando deixaria meus pais cagarem minha vida social? Os convenci a me deixar ir à praia da Barra com o Nandão e assim o fiz. Estou com preguiça de fazer uma introdução com maiores informações, então pulemos direto para a parte em que eu e Nandão já estávamos na praia, por volta das 21:00.

Achamos uma barraquinha vendendo vários tipos de álcool por 5 reais duas doses.

Nandão, aquele gordo barbudo, me ludibriou. Como eu nunca havia bebido em doses na vida – sempre que bebia era em alguma festinha onde tivesse drinks prontos e coloridos -, peguei o copinho e bebi apenas metade. Olhei pro Nandão e o puto já havia bebido tudo, tomado o sal e engolia o limão com um ímpeto invejável.

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Venho do meu quarto pra salvar suas férias

Se os senhores estão lendo este blog, creio que não possuem absolutamente nada mais interessante pra fazer. Veja bem, se houvesse alguém lhe oferecendo uma noite regada a sexo e álcool, posso dizer com absoluta certeza que você não estaria aqui. Mas você está. E é por isso que venho eu, ó Grande Almeida, tentar salvar-vos deste tédio infinito que são as férias.

De todas as pessoas sem vida social, devo dizer que sou uma das mais adeptas. Acho que quando se fica 5 dias sem sequer ver a luz do sol é por que se tem alguma importância na meritrocracia da falta de vida social. E eu já passei diversas vezes por essa situação. Não por escolha própria, mas parece que a humanidade realmente consegue viver muito bem sem a minha presença.

Essa constante convivência com a falta do que fazer me preparou muito bem para as férias, que nada mais é do que 2 meses de absoluto ócio.

Vejam sugestões do que se pode fazer nas férias:

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Taaaanto mar…

Hoje eu fui buscar meu certificado de jovo aprovado no terceiro ano. Devo dizer que só não teve menos emoção por que eu já sabia que tinha passado de ano desde o boletim do terceiro bimestre, mas foi uma cena realmente bonita o desleixo de todos com meu resultado.

Primeiro, a coordenadora da escola. “Guilherme, você quer seu resultado?” “err… pode ser” “Aprovado. Próximo”

Contente, liguei para minha mãe. “Mãe, estou aprovado” “Ok, olha, arruma algum lugar pra almoçar que hoje não tem comida. Xau”

Fui contar aos meus migos “Rapeize, estou aprovado!” “A fulana não! Quem é que tinha apostado que ela ia passar mesmo? Tá me devendo cinco paus”

Sad but true. Ninguém realmente se importa com o fato de eu ter passado. Mas algo me diz que ninguém ficava surpreso quando o Bill Gates passava também, então creio estar bem acompanhado neste barco de solitudine.

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Poxa vida!

ATÉ DEUS DESCANSOU NO DOMINGO

POST SOMENTE AMANHÃ

só não sei sobre o que ainda…

Resenha: Livros de Dexter

Dexter sempre alimentou muita expectativa em mim. Seja por que meu pai não me deixava ver a série por ser muito “violenta para uma criança”, e eu tive que esperar um ano e meio pra começar a assisti-la sem que ele soubesse, ou seja por que tem os melhores season finales desde Skins. O que importa é que Dexter é uma grandissíssima série e isso já era mais do que suficiente para que eu quisesse ler o livro que, afinal de contas, inspirou o personagem principal.

Dexter – A Mão Esquerda de Deus
Autor:
Jeff Lindsay
Ano:
2008
Editoria:
Planeta

Enredo: É o mesmo da primeira temporada – um serial killer, de alcunha Ice Truck Killer, sequestra prostitutas e as corta em vários pedaços, expondo os corpos em locais públicos sem uma gota sequer de sangue. O enredo se passa na polícia de Miami tentando prender o Ice Truck Killer enquanto o Dexter mantém contato com ele sem que mais ninguém saiba.

O que eu achei: Um livro que tem uma faca ensanguentada na capa escrito “a mão esquerda de Deus” não pode ser ruim. Tá, até pode, mas não é o caso desse. O primeiro livro é o único que tem a mesma história da série (exceto o final).  É realmente bom, uma vez que a história é criativa, elaborada e bem abordada, o que não se repete em alguns dos livros que o sucedem.

Qualquer um que se diga fã da série tem quase que obrigação de ler este livro. Não só por ser realmente bom, como por ser pequeno, de leitura rápida, ter um desfecho diferente do da série e ser bem barato.

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Tu é a mina perfeita? Descubra!

Já que eu não tenho obtido jovas pelos meios convencionais, pensei cá com meus botões: por que não colocar uma descrição da mulher perfeita na internet? Vai que alguém se acha parecida o suficiente a ponto de querer dar pra mim e criarmos uma família cheia de almeidinhas correndo no jardim?

Pois bem, jovas interessadas em moi (se é que há alguma). Prestenção que tou dando os limões pra vocês chegarem na mina de ouro.

Primeiro de tudo: a jova precisará ter dedos. E não, não é pra fazer um fio-terra (sei que muitos pensaram isso), pois nunca (jamais) ((mesmo)) serei adepto desta prática do Exú. A jova precisa ter dedos para segurar a panela na qual ela fará minha comida. Isto é, caso saiba cozinhar. Caso não saiba, ela precisa de dedos para discar para a pizzaria mais próxima. A questão aqui não é comer pizza todos os dias. Quanto a isso eu não vejo problema. O verdadeiro problema é que eu odeio falar no telefone, então a jova em questão precisará fazer os pedidos para mim.

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A parte que me cabe deste latifúndio.

Como vocês sabem (ou não) eu passei a maior parte do meu ano de 2010 cercado de jovas (e alguns jovens) que gostariam de trocar saliva comigo. Pera lá, me chamem de metido, mas isso é um fato. E eu até entendo a estranheza de vocês, uma vez que eu era bem mais feio naquela época. Mas o título de Colírio da Capricho fez até o Neymar parecer bonito, por que seria diferente comigo?

O que ocorre é que eu abdiquei de trocar germes bucais com todas essas jovas em troca de uma única e exclusiva vaca menina. Passei a primeira metade do ano totalmente apaixonado pela menina e recusava os mais diversos convites de pegação que surgiam (exceto alguns, mas ninguém é de ferro. A própria jova estava namorando outro cara, poxa!). As poucas vezes que me deixei levar pela tentação do músculo lingual alheio, eu não tive esforço algum – as jovas praticamente se jogavam pra cima de mim e tudo o que eu tinha que fazer era abrir a boca e escovar o dente depois.

A segunda metade do ano eu abdiquei de vez e sem excessão das jovas, uma vez que eu comecei a namorar a menina pela qual meu coração era afogado em adrenalina. Com essa jova, eu deixei de lado todo o meu jeito Samurai do Kamasutra e virei, precisamente, um Almeidspeare Apaixonado.

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