Monthly Archive for fevereiro, 2010

E nasce um monstro.

A partir de agora, eu sou o tipo de menino que você sentiria orgulho de apresentar para os seus pais sob a alcunha de namorado. E sou o menino que eles teriam orgulho de chamar de genro.

Todo bom jovem, ao sentir a catinga de cadernos e livros novos no início do ano promete pra si mesmo e para seus pais que, naquele ano, será um bom aluno. Durante a primeira semana leva a promessa a sério, mas quando a ponta do lápis quebra pela primeira vez, a casa cai e o moleque volta a ser o Sid Vicious.

No ano seguinte, a mesma coisa se repete e ele promete pros pais que “ao contrário do ano passado, levará a promessa a sério e será um bom aluno no ano inteiro”. Mas depois da primeira semana, a promessa já é quebrada novamente. Esse é o ciclo da vida estudantil, também conhecido como ciclo da procrastinação, já explorado numa pérola lírica de minha autoria.

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Arranquei mais dois sisos. Estou morrendo, não dá pra postar no blog morrendo, ok. Enquanto isso, fiquem com a música que eu e o Tio Ives fizemos. Ainda dominaremos o mercado fonográfico.

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Inexorável (Porque eu te amo) – Clique aqui para baixar.

Veja bem, gafanhoto.

Algumas regras são impressas no DNA do ser humano quando ele nasce. Essas coisas não precisam ser ditas, nem estudadas. As pessoas simplesmente sabem. Você sabe que não deve peidar na cara da sua namorada. Você sabe que, a partir do momento que você entra no banheiro masculino, independente de quão empolgante possa estar o assunto, você se cala até sair do recinto. No banheiro, o silêncio é primordial para exercer a tarefa de forma adequada.

Na internerd também existem essas regras, mas por ser algo mais atual, a plebe da sociedade que migrou para esse mundo – fenômeno conhecido também como Inclusão Digital – anda meio desinformada sobre tais leis. E, como vocês sabem, Almeida é um missionário sagrado que luta diariamente contra a noobisse alheia, e constantemente tenta trazer os capengas para o lado negro da força. Portanto, vamos para o

Manual de Regras Básicas que Qualquer Idiota Saberia Sobre MSN

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Brig Brother Brasil, serious business.

Sabe aquela história do “essa piada é tão sem graça, que eu acabei rindo”? Então, o Big Brother segue a mesma analogia, só que é com um adjetivo diferente – “esse programa é tão escroto, que eu acabo vendo”. Até a época em que eu tinha algum senso de ridículo, quando me perguntavam pra quem eu tava torcendo no Big Brother, eu dizia “pro piloto”. Me perguntavam “que piloto?” e eu respondia “o do avião, pra cair de bico naquela casa” piadinhas powered by Ronald Rios riariariaria

Mas os tempos mudaram e, junto com meus sisos, eu perdi meu juízo. Dei uma chance pra assistir esse tal programa. Afinal, eu queria saber como uma pessoa como essa:

Conviveria com pessoas normais em frente à milhões de telespectadores, 24 horas por dia. Acho que, assim como eu, muitos foram, inocentementes, sugados pro obscuro grupo de audiência do programa graças a esse sentimento de dúvida.

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Explicações…

Amigos, compatriotas e irmãos filhos de Deus, veio por meio desta vos avisar que o R.I.P. Vida de Guilherme finalmente foi pro saco. Durou apenas 2 semanas, o que foi o suficiente pra chegarmos a 150 mil visitas, mas por divergências pessoais – e com “divergências pessoais” eu quero dizer “preguiça dos demais membros” – vamos deixar o blog pra lá. Permanecerei na minha casinha calculista, como sempre. Essa porra aqui é pra sempre, independente do que ocorrer paralelamente à ele.

Acontece que antes de ter em mãos o atestado de óbito do dito cujo, eu havia feito uma pequena listinha de posts que eu possivelmente poderia postar lá no Vida de Guilherme, por que achei que não combinasse muito com nosso ambiente calculista. Mas… quer saber? Foda-se isso de ambiente, vou postar aqui mesmo.

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[REPOST]Assaltos

[ Maneira de evitar prejuízos durante um roubo ou como NÃO sobreviver a um assalto ]

Encare. Olhe firmemente para o rosto do assaltante. Deixe bem claro que sua intenção é memorizar cada detalhe de sua fisionomia, para depois relatar tudinho ao fazedor-de-retratos-falados na delegacia. Ah, esse safado vai pagar.

Barganhe. Ele quer levar seu celular? Ofereça o relógio, que vale metade do preço do seu Nokia, e dura bem menos. Já tá até com a bateria gasta. Ele pediu sua carteira? Entregue seu tênis, que vale muito menos que a chateação de tirar segunda via dos seus documentos. E você acaba de se lembrar que ainda tem o telefone daquela gata, a Josefina, que você anotou num guardanapo e enfiou no meio das cédulas de um real. E ela é das que trepam no primeiro encontro. A carteira, não.

Ameace. “Você sabe com quem está falando” é uma expressão versátil; serve tanto para o guardinha que tenta te multar, quanto para o seu antagonista – o assaltante que mantém uma arma apontada pra você. “Seu filho da puta, Você ainda vai rodar na minha mão” é igualmente – ou até mais – eficiente.

Dê uma de louco. Fale palavras sem sentido, cante, assobie, tente abraçar o assaltante, dê um beijo na boca dele, sei lá. O importante é fazer com que o meliante acredite piamente que você não vai bem da bola. Se for preciso dar aquele beijo na boca dele, não hesite. Dê. O telefone da Josefina vale o sacrifício. Lembre-se, ela trepa no primeiro encontro!

Se tudo o mais não funcionar, REAJA. Tente agarrar o revólver dele. Dê um tapa na faca do elemento. Cuspa na cara dele e diga que o Timão é uma bosta. Ou o Flamengo. Ou o Botafogo. Sei lá, vá xingando os times até que você acerte o que ele torce. E não esqueça de pisar fundo no acelerador. O que vale é dar motivos de sobra para o cara estourar duas azeitonas na sua testa.

Mas não deixe ele levar o telefone da Josefina.

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Esse post é velho pra caralho. Eu tava lendo uns posts antigos do HBDia, e como tava sem assunto coloquei esse aqui.

#happybdayNC

PARABÉNS PRA VOCÊEEEEEE, PARABÉNS PRA VOCÊEEEEEEEEEEE

PARABÉNS PRA VOCÊEEEEEEEE, PARABÉNS PRA VOCÊEEEEEEEEEEEEE…

papapapapapaPARABÉNS PRA VOCÊEEEEEEEEE, PARABÉNS PRA VOCÊEEEEEEE

2 anos de blog… céus. Que horror. Nunca levei nada a sério durante tanto tempo. Acho que quando eu ter um filho, com 6 meses vou encher o saco dele e jogá-lo na lata do lixo, ou no valão da Penha. Sem brincadeira.

Mas nossa casinha calculista transcende as barreiras do espaço-tempo e permanecerá firme e forte até o fim dos tempos, ou pelo menos, até o fim do wordpress – que, do jeito que tá ruinzinho ultimamente, deve ser breve.

TRIP TO SÃO PAULO – pt. 2

Sábado feira, 30 de janeiro.

Eu não costumo ter expectativas. A partir do princípio que se você não tem expectativa nenhuma, é muito difícil você ficar desapontado. E também é muito fácil as coisas superarem suas expectativas, já que elas são nulas. Mas nesse dia eu me deixei levar pela onda do pessoal e criei expectativas. Achei que ia um grupo de 15 pessoas, ficaríamos conversando a tarde inteira, como são os meetings do McFly e do Cine aqui do rio. Aliás, o primeiro meeting do Nerd Calculista (Nerd Meeting, aconteceu no início de 2009, se não me engano) teve só 7 pessoas. Nunca tinha visto um meeting DE VERDADE, parece.

Acordei 6 horas da matina, me arrumei correndo – nesses dias eu nunca consigo fazer as coisas devagar, sou afobado, e quando tenho expectativas, sou praticamente um drogado em abstinência. Quando marco encontro com o pessoal nos shoppings, mesmo que seja perto da minha casa, costumo ser o primeiro a chegar.

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TRIP TO SAO PAULO – pt.1

Pois bem compatriotas, eu tenho um bom motivo para minha sumida repentina aqui do brógui, mas deixemos isso para outro post, por que, meus amigos, vou lhes contar uma histórieta ESTUPENDA e, dessa vez, vocês leitores REALMENTE participaram da história.

Dia primeiro de fevereiro, hoje, faria 5 anos que eu não viajava. Meu irmão é um chato, meus pais não sabem se divertir, nós não temos conhecidos fora do Rio.. já expliquei isso aqui. Mas sexta feira, dia 29 de janeiro eu quebrei esse tabu. Há muito vinha enchendo a bolsa escrotal dos meus genitores para fazermos uma exploração no misterioso e complexo estado de São Paulo. Finalmente eles aderiram à idéia, mas teve seus poréns. Nada demais, qualquer coisa vale a pena pra passar algum tempo em solo paulista com as fãs mais gatchenhas desse território verde-amarelo.

Uma delas – a mais chata – foi o fato de que meu pai não queria me levar em SP capital, por que  o trânsito lá é simplesmente um inferno, e ninguém gosta muito do inferno. Então marquei o meeting em Campinas – cidade grande, cheio de gente rica e bonita, do ladinho da capital… deu pro gasto.

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