A música acabou e logo começaram a rolar boatos de que a inspetora ficara putíssima e estava subindo para descobrir que foi o meliante responsável.
Rapidamente, os moleques tentaram secar a janela, sumir com a garrafa e apagar todos os vestígios que poderiam acusá-los de terem cometido o crime. Inutilmente, porém. Nós, do terceiro ano, temos um andar só para a gente. Todas as outras classes ficam espalhadas pelo segundo e primeiro andar, enquanto nós, do terceiro, ficamos sozinhos no terceiro andar. Nem que quiséssemos poderíamos acusar outra turma. Eles até pensaram em dizer que alunos do ensino fundamental haviam subido até o terceiro andar, jogado a água e saído correndo, mas a inspetora não era estúpida o suficiente pra cair nessa marmelada.
Também não poderíamos acusar outros alunos, afinal, a maioria ainda nem estava na sala de aula quando o ocorrido ocorreu, e, os que estavam, foram justamente os culpados pelo ocorrido ter ocorrido.
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Lembradores lembrarão desse post, epopéia cotidiana sobre o dia em que a mongolice generalizada que paira na minha turma fez com que uma garrafa d’água molhasse todo o chão da sala de aula, e a diretora fosse pessoalmente à nossa sala dar-nos sermão sobre o grande absurdo que era jogar água no chão.
Pois parece que temos algum problema com garrafas d’água.
Antes de começar a relatar esse acontecimento, vocês deverão estar cientes de um fato: No início desse ano entrou um outro Guilherme na minha sala. Desde que me lembro sou o único Guilherme da sala e estava muito contente com essa situação, até o ingresso do novo Guilherme na história. Este Guilherme, em um mês de aula, conseguiu fazer mais amizades do que eu em 6 anos, motivando as pessoas a nos diferenciar como “Guilherme Legal” e… “Guilherme”.
Deixo vocês adivinharem quem é o Guilherme Legal.
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Vocês não acharam mesmo que eu ia postar alguma coisa na semana da UERJ, né? Piff.
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Conceito B, com 39 acertos num total de 60. Estou decepcionado por não ser A, mas tou contente por que grande parte dos meus amigos ficou com C.
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